Síndrome de Guillain-Barré: O que é esse distúrbio?

Um dos primeiros sintomas da Síndrome de Guillain-Barré é o formigamento dos pés e da mão.

Pouco conhecida, a Síndrome de Guillain-Barré é uma doença rara que está cada vez mais atingindo a população. Para demonstrar o que ocorre com um paciente que é diagnosticado com esse distúrbio a personagem Rochelle, interpretada por Giovanna Lancellotti na novela “Segundo Sol”, está enfrentando a situação após cair de uma mesa e realizar exames que identificaram a doença.

Quais são as causas dessa doença?

A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença inflamatória aguda, relacionada com o sistema imunológico, em que o próprio corpo começa a atacar o sistema nervoso periféricos, destruindo a bainha de mielina que recobre os nervos.

O distúrbio é desencadeado após uma infecção viral ou bacteriana, e começou a ganhar destaque no país após o surto de zika vírus, em 2016. Segundo o Ministério da Saúde, as causas podem estar relacionadas com esse vírus, e também com outros, como citomegalovírus, vírus Epstein Barr,  vírus da hepatite, Influenza, Campylobacter jejuni e HIV.

Quais são os principais sinais e sintomas?

Os sintomas da síndrome podem ter bastante semelhança com o de outras doenças. Por esse motivo é preciso consultar um médico especializado para identificar e começar o tratamento correto imediatamente, sendo o neurologista o mais indicado. Os principais sinais notados são:

  • Sensação de formigamento nas mãos e nos pés
  • Dificuldade para respirar e engolir
  • Taquicardia
  • Fraqueza muscular
  • Perda de sensibilidade
  • Paralisia dos músculos

Como é feito o diagnóstico da Síndrome de Guillain-Barré?

Essa doença acontece de repente e o quadro evolui rapidamente, podendo levar a morte. Devido a essa situação, é importante procurar ajuda médica ao notar os primeiros sinais. Para identificar é realizado um exame neurológico clínico e podem ser solicitadas ressonâncias.

A doença tem cura?

Apesar do tratamento ser lento, a Síndrome de Guillain-Barré tem cura. Os primeiros sinais de melhora acontecem após a primeira semana do início do tratamento. A recuperação pode demorar semanas até anos. Em alguns casos, dependendo da gravidade que estava a doença, podem ficar algumas sequelas como fraqueza e modificação na sensibilidade.

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