Febre Amarela: O problema está de volta ao Brasil

A vacinação é a única alternativa para prevenir a Febre Amarela

Muito se tem falado de Febre Amarela, uma doença infecciosa febril aguda que está amedrontando os brasileiros. Os principais afetados são as pessoas que moram em Minas Gerais, Maranhão, Bahia, Piauí e mais recentemente em São Paulo. A enfermidade é transmitida pela picada de um mosquito transmissor infectado. Apesar de não ter transmissão direta de pessoa para pessoa, a preocupação está na disseminação em áreas urbanas através do mosquito Aedes Aegypt (mesmo causador da dengue).

No Brasil, os casos podem ser classificados como silvestre ou urbano. A doença é a mesma, a diferença está no mosquito que está disseminando. Na silvestre são os mosquitos Haemagogus e Sabethes e na urbana é o Aedes Aegypti. Desde 1942 não eram registrado novos casos na região urbana, mas esse cenário mudou em 2016 quando houve registros em primatas, humanos e diversas mortes.

OMS coloca São Paulo como área de risco para Febre Amarela

No dia 16 de janeiro de 2018, a Organização Mundial de Saúde (OMS) passou a considerar o estado de São Paulo como área de risco para contrair Febre Amarela. Devido a isso, a Organização recomendou aqueles que residam ou venham visitar o local tomem a vacina. Além disso, alertou todos que vieram ao estado a ficar atento aos sintomas.

Segundo o Ministério da Saúde são:

  • Febre e calafrios
  • Náuseas e vômito
  • Dores de cabeça e no corpo
  • Icterícia (olhos e pele amarelada)
  • Hemorragia (de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina)

Como prevenir a doença e o que fazer em caso de suspeita

A única forma de prevenção é a vacina administrada gratuitamente em posto de saúde. Todas as pessoas que residirem em locais de recomendação ou que vão viajar para áreas de risco devem se imunizar. A vacinação é oferecida em diversos estados, sendo eles: Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Maranhão, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Espirito Santo.

Em caso de suspeita, é recomendado que o doente procure imediatamente um hospital ou um médico para que as medidas necessárias sejam tomadas. A especialidade médica mais recomendada é um infectologista.

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